Destas mãos que falam, saem gritos d'alma, gemidos de dor, às vezes, letras com amor, pedaços da vida, por vezes sofrida, d'um quase iletrado escritor. Saem inquietações, também provocações, com sabor, a laranjas ou limões. Destas mãos que falam, saem letras perdidas, revoltas não contidas, contra opressões, das nossas vidas! (Alberto João)

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

MATAR O BICHO




BROCHE




Broche é um acessório (ou joia) decorativo projetada para ser presa ao vestuário. Ela é usualmente feita de metal, frequentemente prata ou ouro, mas em alguns casos, bronze, aço ou algum outro material. Broches são frequentemente decorados com esmalte vítreo ou com pedras preciosas e podem ser utilizados unicamente como ornamento, ou também ter uma função prática como prendedores, num manto, por exemplo.

Muitas vezes são usados a fim de se exercer publicidade e propaganda distribuídos como brindes, esse são relativamente de baixo custo devido serem fabricados de aço, ferro ou alumínio e terem apenas plástico e papel na sua "face".

Eram muito usados na Antiguidade; entre os romanos recebiam o nome, em latim, de fibula.


Fonte de texto: Wikipédia

Faz sexo ao serviço do teu país!




E podes ser condecorado pelo presidente Marcelo... 




quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Faz hoje 39 anos que vi Sá Carneiro reduzido a 3 ou 4 palmos...




Foi um momento inesquecível, aquele que vivi na noite de 4 de Dezembro de 1980.
Tinha combinado com os meus sócios José e David, fazermos um serão depois do jantar para seleccionarmos os modelos para a colecção Primavera/Verão 1981 da nossa fabriqueta de confecções, de nome Sandalber.
Antes de partir para este compromisso profissional, desloquei-me a um Café que frequentava, para aí fazer a habitual, daquela vez rápida, partida de bilhar com o meu amigo João Neves.
Tacada para cá, tacada para lá, de repente o Café fica em silêncio a ouvir Raul Durão da RTP1 a comunicar ao país que o primeiro-ministro de Portugal, ministro da Defesa e outros acompanhantes, tinham falecido num acidente de aviação em Camarate. Ali a 3/4 km do local onde nos encontrávamos.
Eu e o meu amigo Neves, largámos imediatamente os tacos, e passados 10 minutos estávamos no Bairro das Fontainhas, junto ao Bairro de Angola, em Camarate (zona oeste/norte do aeroporto de Lisboa).
A polícia tentava fazer o habitual isolamento da área, mas a multidão começava a engrossar. De repente alguém me tocou no ombro, como que a convidar-me para o acompanhar. Era o meu amigo Severiano Falcão (falecido em 2004), na altura presidente da Câmara Municipal de Loures.
Alguns metros à frente, eis-me diante daquilo que restava de alguns seres humanos.
Se fosse hoje, acho que não me atrevia a ser tão curioso.
A imagem que me acompanha há 39 anos, é demasiado pesada. Mesmo sendo de gente pela qual não nutria qualquer simpatia política. Mas eram pessoas...



Desde pequenino que sou do Sporting...




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"Horta do Zorate" é o blogue pessoal de Alberto João (Catujaleno), cidadão do mundo em autoconstrução desde 1958.