Destas mãos que falam, saem gritos d'alma, gemidos de dor, às vezes, letras com amor, pedaços da vida, por vezes sofrida, d'um quase iletrado escritor. Saem inquietações, também provocações, com sabor, a laranjas ou limões. Destas mãos que falam, saem letras perdidas, revoltas não contidas, contra opressões, das nossas vidas! (Alberto João)

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O banco que nasceu, viveu e morreu ao serviço da mesma gente

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Notas do Zorate:
Provavelmente a mensagem que pretendo passar neste post não é verdadeira.
Se fosse, os contribuintes portugueses (que terão que suportar esta grande vigarice com cerca de 5 mil milhões de euros), não teriam reeleito Cavaco nem teriam entregue os destinos de Portugal ao PSD.


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"Horta do Zorate" é o blogue pessoal de Alberto João (Catujaleno), cidadão do mundo em autoconstrução desde 1958.