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segunda-feira, 13 de outubro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Com amigos destes, quem precisa de inimigos?
sábado, 20 de setembro de 2008
Mendes propõe inelegibilidade para Isaltino, Valentim e Fátima Felgueiras...
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Mulher de Gonçalo Amaral: “O meu marido é uma vergonha”...

"Carta aberta: Mulher de Gonçalo Amaral reage com ironia ao ataque de Kate.
Kate McCann acusa Gonçalo Amaral de "como pessoa e profissional" o seu comportamento ser "uma vergonha" – e a mulher do ex-coordenador da PJ, num estilo irónico e por carta aberta a que o CM teve acesso, agradece à mãe de Maddie "por um sentimento" que as une "às duas".
Profissionalmente, começa por expor Sofia Leal, "enquanto coordenador de investigação criminal, o meu esposo sempre se recusou a estar sentado das 09h00 às 17h00 na confortável cadeira do seu gabinete, como aliás é inerente àquela categoria. Em vez disso, passava o dia (e muitas vezes a noite) com os investigadores no terreno, coordenando ‘in loco’ buscas, vigilâncias, apreensões. Uma vergonha!"
A título de exemplo, "um episódio" ligado ao caso. "Em Maio de 2007, iniciámos o processo de mudança da nossa família para Portimão. Era suposto o meu esposo entrar em gozo de férias no dia a seguir ao desaparecimento da sua filha. Por ‘motivos óbvios’, assim não aconteceu. Iniciei novo emprego, procurei casa, fiz mudanças e tentei integrar as nossas filhas em novas escolas e rotinas. Tudo isto sozinha, sem qualquer apoio do meu esposo, que, por ‘motivos óbvios’, procurava a filha da Srª Kate..."
"Em Outubro, no dia do aniversário, apenas uma semana depois de as nossas filhas terem começado o ano lectivo, o Gonçalo Amaral é demitido e volta a Faro. Era suposto ser o tempo de reencontro da família e, afinal, foi o de mais uma separação. Então, isto não é uma vergonha?", pergunta Sofia Leal a Kate.
"As nossas filhas nunca compreenderam – e nós nunca conseguimos explicar-lhes que ‘motivos tão óbvios’ seriam esses que assim [com um afastamento imediato da investigação do caso Maddie] premiavam um pai que deixava as suas filhas para procurar uma criança que nem sequer conhecia e cujos pais a tinham negligenciado. Pena foi que a minha cara amiga Srª Dª Kate, já cá não estivesse à data, porque até poderia ter-nos sido de grande utilidade na tentativa de explicação dos ‘motivos óbvios’ da demissão do pai às nossas filhas..."
"A BOCA FOGE PARA A VERDADE. NÃO PARE!"
Depois de agradecer a Kate por exprimir o seu sentimento de "vergonha" para com o comportamento do marido, Sofia Leal pede à sua "boa amiga" que lhe perdoe "os desabafos de esposa e mãe". "Termino a missiva pedindo-lhe que remeta à senhora sua mãe os meus mais sinceros elogios. Pareceu-me tão sincera quando, em entrevista, referiu que tinha vontade de arrear uns bofetões a quem deixou os netos sozinhos. Falou tão abertamente que até parecia uma genuína avó portuguesa..." E fecha com um pedido à "cara amiga" Kate McCann: "Agora que a boca lhe começou a fugir para a verdade não pare. Continue. E diga lá a verdade de que o Mundo inteiro tem estado à espera..."
"PASSOU O NATAL NA CADEIA"
"Como pessoa", responde a mulher de Gonçalo Amaral a Kate, "o comportamento dele também tem sido uma vergonha, mais que não seja porque nunca foi possível distinguir nem ter vida pessoal com esta forma de encarar a profissão que abraçou". E dá o exemplo do caso Joana, há cinco anos, também investigado pelo marido. "A mãe, tal como a Srª Dª Kate, tentou projectar o caso para a comunicação social. [...] Depois vieram as confissões e provas: no decurso de um acto incestuoso da mãe e do tio, a criança foi espancada, retalhada e o corpo depositado sabe-se lá onde." No Natal, Gonçalo Amaral pediu à mulher que preparasse "um saco com comida e roupas e, num acto de contrição e penitência", foi para a cadeia "repartir a sua ceia de Natal com o tio de Joana, assassino confesso e psicopata declarado"."
in CM online, 17-9-2008

Vinte minutos a ligar o 112 em vão...
"Uma família da freguesia de Gondomar, concelho de Guimarães, não se conforma com o facto de ter estado 20 minutos à espera que um operador do 112 atendesse o telefone.
No passado dia 10, uma criança de 13 meses engoliu, inadvertidamente, uma espinha, quando a avó lhe dava bocados de faneca ao jantar. Quando se preparavam para dar uma colher de sopa, a avó e a madrinha repararam que o menino estaria com qualquer coisa entalada. "Começou a deitar sangue pela boca, devido à espinha que o estava a picar, e ficou roxo e vermelho", contou a madrinha, Leonor Nogueira.
Com medo que a criança sufocasse, o pânico instalou-se de imediato e a família tentou contactar o 112. "Liguei para o 112 eram 20.50 horas. Até às 21.10 continuei a ligar e não fui atendida por ninguém", explicou Leonor. Como ninguém atendia do outro lado da linha os familiares da criança decidiram utilizar o carro e dirigiram-se para o hospital mais perto, nesta caso o Hospital António Lopes, no concelho vizinho da Póvoa de Lanhoso. "Com medo que acontecesse algo ao menino pelo caminho continuei a telefonar para o 112 e no intervalo de uma chamada para a outra ainda me atenderam mas só ouvia barulho do lado de lá e acabaram por desligar", acrescentou.
Durante os cerca de 11 quilómetros que separam a freguesia de Gondomar do hospital da Póvoa de Lanhoso, a madrinha da pequena criança continuou a ligar, mas sempre sem sucesso. "Eu tremia só de pensar que o menino podia morrer ali sem a ajuda do INEM".
Já no hospital, a família pôde finalmente descansar, já que a criança recebeu todos os cuidados e foi-lhe retirada a espinha da garganta. No entanto, os momentos de aflição que viveram não serão esquecidos tão cedo e Leonor Nogueira, já refeita do susto, ainda pensou ligar de novo o 112 para "agradecer a ajuda" que lhes foi prestada.
Já em casa, Leonor ainda pensou que a sua chamada tivesse ficado registada na central do 112 e que lhe poderiam ligar mais tarde mas acabou por não ser contactada por ninguém. "Prestaram um mau serviço e talvez para a próxima seja preferível ligar directo para os bombeiros, porque o 112 simplesmente não funcionou", concluiu.
O INEM descarta qualquer responsabilidade uma vez que só recebe as chamadas que dizem respeito à saúde depois de reencaminhadas pela central do 112 que normalmente está ligada ao comando da PSP. Fonte deste comando confirmou ao JN que "por vezes a linha pode estar com sinal de chamada em espera por estar ocupada". A mesma fonte acabou por lamentar o sucedido e reiterou o pedido para que a população "não brinque com o 112, já que pode estar com isso a impedir o socorro a quem realmente precisa". "
in JN online, 17-9-2008

No passado dia 10, uma criança de 13 meses engoliu, inadvertidamente, uma espinha, quando a avó lhe dava bocados de faneca ao jantar. Quando se preparavam para dar uma colher de sopa, a avó e a madrinha repararam que o menino estaria com qualquer coisa entalada. "Começou a deitar sangue pela boca, devido à espinha que o estava a picar, e ficou roxo e vermelho", contou a madrinha, Leonor Nogueira.
Com medo que a criança sufocasse, o pânico instalou-se de imediato e a família tentou contactar o 112. "Liguei para o 112 eram 20.50 horas. Até às 21.10 continuei a ligar e não fui atendida por ninguém", explicou Leonor. Como ninguém atendia do outro lado da linha os familiares da criança decidiram utilizar o carro e dirigiram-se para o hospital mais perto, nesta caso o Hospital António Lopes, no concelho vizinho da Póvoa de Lanhoso. "Com medo que acontecesse algo ao menino pelo caminho continuei a telefonar para o 112 e no intervalo de uma chamada para a outra ainda me atenderam mas só ouvia barulho do lado de lá e acabaram por desligar", acrescentou.
Durante os cerca de 11 quilómetros que separam a freguesia de Gondomar do hospital da Póvoa de Lanhoso, a madrinha da pequena criança continuou a ligar, mas sempre sem sucesso. "Eu tremia só de pensar que o menino podia morrer ali sem a ajuda do INEM".
Já no hospital, a família pôde finalmente descansar, já que a criança recebeu todos os cuidados e foi-lhe retirada a espinha da garganta. No entanto, os momentos de aflição que viveram não serão esquecidos tão cedo e Leonor Nogueira, já refeita do susto, ainda pensou ligar de novo o 112 para "agradecer a ajuda" que lhes foi prestada.
Já em casa, Leonor ainda pensou que a sua chamada tivesse ficado registada na central do 112 e que lhe poderiam ligar mais tarde mas acabou por não ser contactada por ninguém. "Prestaram um mau serviço e talvez para a próxima seja preferível ligar directo para os bombeiros, porque o 112 simplesmente não funcionou", concluiu.
O INEM descarta qualquer responsabilidade uma vez que só recebe as chamadas que dizem respeito à saúde depois de reencaminhadas pela central do 112 que normalmente está ligada ao comando da PSP. Fonte deste comando confirmou ao JN que "por vezes a linha pode estar com sinal de chamada em espera por estar ocupada". A mesma fonte acabou por lamentar o sucedido e reiterou o pedido para que a população "não brinque com o 112, já que pode estar com isso a impedir o socorro a quem realmente precisa". "
in JN online, 17-9-2008

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Gasolina está 5% mais cara do que devia estar...
"Os preços dos combustíveis não estão a descer com a mesma rapidez com que subiram, face à evolução do barril de petróleo. Em Agosto, a gasolina esteve 5% mais cara do que em Maio, quando devia ter estado mais barata.
Ontem, o preço do petróleo Brent, referência para Portugal, desceu mais uma vez, chegando a negociar abaixo de 90 dólares. Contudo, a queda do crude para valores abaixo dos cem dólares, que se verifica de forma sistemática há uma semana, não está a reflectir-se, para já, no bolso dos consumidores."
in JN online, 17-9-2008

Ontem, o preço do petróleo Brent, referência para Portugal, desceu mais uma vez, chegando a negociar abaixo de 90 dólares. Contudo, a queda do crude para valores abaixo dos cem dólares, que se verifica de forma sistemática há uma semana, não está a reflectir-se, para já, no bolso dos consumidores."
in JN online, 17-9-2008

segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Gripe das Aves: Se não baixar actual taxa de mortalidade, uma pandemia será o "fim da humanidade"...
"Vilamoura, Faro, 15 Set (Lusa) - Um especialista em "gripe das aves" disse hoje que a taxa de mortalidade de uma pessoa infectada pelo vírus da doença é de 60 por cento, que caso se mantenha quando começar a epidemia generalizada (pandemia) provocará "o fim da humanidade".
A taxa de mortalidade de uma pessoa infectada pelo vírus é, actualmente, de 60 por cento e se tal acontecesse "seria o fim da humanidade", admitiu à Agência Lusa o especialista belga Geert Leroux-Roels, que participa no III Congresso Europeu da Gripe das Aves, que decorre em Vilamoura, Algarve, até quarta-feira.
Foram conhecidos este mês mais dois casos mortais em Julho na Indonésia, facto que foi lamentado pelo cientista, principalmente por só dois meses depois terem sido anunciados.
"Se não formos comunicativos, a pandemia pode estalar num qualquer lugar do mundo e chegar ao outro lado do planeta em horas", alerta.
O especialista admite, no entanto, que é positivo o facto de pela primeira vez na história, o mundo se estar a preparar para combater uma epidemia generalizada.
Em entrevista à Agência Lusa, Geert Leroux-Roels defendeu ainda que os tratamentos que Portugal tem em "stock" para combater uma eventual pandemia da "gripe das aves" são insuficientes para proteger a população contra o vírus H5N1 e aconselha, como suplemento, outros medicamentos anti-virais.
"Nem Portugal, nem a Bélgica, nem nenhum país está protegido com os 'stocks' de tratamentos contra o vírus H5N1. Há que melhorar e complementar com outros fármacos anti-virais", cientista belga e especialista na área.
"Senão nos preparamos para uma pandemia, podemos ter cenários onde milhões de pessoas vão morrer", acrescentou o investigador, que dirige o Centro de Vacinação e departamento Clínico de Patologia, Microbiologia e Imunologia da Universidade e Hospital de Ghent, na Bélgica.
Fazer um "stock" novo com vacinas novas seria a melhor forma para preparar o mundo para uma pandemia da gripe das aves, um surto que ninguém consegue adivinhar quando vai eclodir, mas que pode ser já amanhã ou em 2010, sustentou o especialista.
Administrar uma primeira dose da vacina contra o H5N1 seria um passo a dar para proteger a população da gripe das aves numa primeira instância, e se a epidemia disparasse, uma segunda dose seria depois administrada para "aumentar o grau de protecção", sugeriu.
Actualmente, apenas há cerca de 400 mil doses de vacinas em Portugal, um número muito baixo para prevenir a pandemia.
Tal como um estudo publicado recentemente na revista "Nature" apela à diversificação dos medicamentos antivirais na prevenção de uma pandemia de "gripe das aves", também o especialista belga admite que o melhor caminho passa por reforçar com fármacos antivirais o tratamento principal com o medicamento oseltamivir.
Portugal adquiriu tratamentos contra uma hipotética pandemia de vírus da gripe das aves, um investimento nas ordem dos 2,5 milhões euros, mas até ao momento não foi necessário administrá-lo e corre o risco de dentro de três anos estar fora da validade.
Apesar da vacina ser uma das medidas de protecção e dos anti-virais, como o oseltamivir, ajudarem a evitar que a doença se propague, os medicamentos servem apenas para ajudar a "combater o vírus" e não para "controlar a epidemia", alertou Geert.
"Se houver um surto de 'gripe das aves' na Indonésia ou na China, e mesmo que se medique 80 por cento da população, o vírus vai propagar-se e a medicação não vai controlar a doença", acrescentou.
Se tivermos em conta que o planeta Terra tem cerca de seis mil milhões de pessoas, e se uma em cada três pessoas fosse infectada com o vírus da "gripe das aves", morreriam dois milhões de pessoas, mesmo que a taxa de mortalidade se registasse em apenas um por cento.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o H5N1 fez, até hoje, 243 mortos.
O Congresso Europeu de Gripe das Aves decorre até quarta-feira em Vilamoura, local onde estão reunidos especialistas de várias áreas - matemática, biologia, geografia, sociologia, química, entre outras - e que se está a debruçar em debater "custos económicos inerentes a uma pandemia", assim como "dados estatísticos" e "panorama nacional e internacional"."
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Lusa, 15-9-2008

A taxa de mortalidade de uma pessoa infectada pelo vírus é, actualmente, de 60 por cento e se tal acontecesse "seria o fim da humanidade", admitiu à Agência Lusa o especialista belga Geert Leroux-Roels, que participa no III Congresso Europeu da Gripe das Aves, que decorre em Vilamoura, Algarve, até quarta-feira.
Foram conhecidos este mês mais dois casos mortais em Julho na Indonésia, facto que foi lamentado pelo cientista, principalmente por só dois meses depois terem sido anunciados.
"Se não formos comunicativos, a pandemia pode estalar num qualquer lugar do mundo e chegar ao outro lado do planeta em horas", alerta.
O especialista admite, no entanto, que é positivo o facto de pela primeira vez na história, o mundo se estar a preparar para combater uma epidemia generalizada.
Em entrevista à Agência Lusa, Geert Leroux-Roels defendeu ainda que os tratamentos que Portugal tem em "stock" para combater uma eventual pandemia da "gripe das aves" são insuficientes para proteger a população contra o vírus H5N1 e aconselha, como suplemento, outros medicamentos anti-virais.
"Nem Portugal, nem a Bélgica, nem nenhum país está protegido com os 'stocks' de tratamentos contra o vírus H5N1. Há que melhorar e complementar com outros fármacos anti-virais", cientista belga e especialista na área.
"Senão nos preparamos para uma pandemia, podemos ter cenários onde milhões de pessoas vão morrer", acrescentou o investigador, que dirige o Centro de Vacinação e departamento Clínico de Patologia, Microbiologia e Imunologia da Universidade e Hospital de Ghent, na Bélgica.
Fazer um "stock" novo com vacinas novas seria a melhor forma para preparar o mundo para uma pandemia da gripe das aves, um surto que ninguém consegue adivinhar quando vai eclodir, mas que pode ser já amanhã ou em 2010, sustentou o especialista.
Administrar uma primeira dose da vacina contra o H5N1 seria um passo a dar para proteger a população da gripe das aves numa primeira instância, e se a epidemia disparasse, uma segunda dose seria depois administrada para "aumentar o grau de protecção", sugeriu.
Actualmente, apenas há cerca de 400 mil doses de vacinas em Portugal, um número muito baixo para prevenir a pandemia.
Tal como um estudo publicado recentemente na revista "Nature" apela à diversificação dos medicamentos antivirais na prevenção de uma pandemia de "gripe das aves", também o especialista belga admite que o melhor caminho passa por reforçar com fármacos antivirais o tratamento principal com o medicamento oseltamivir.
Portugal adquiriu tratamentos contra uma hipotética pandemia de vírus da gripe das aves, um investimento nas ordem dos 2,5 milhões euros, mas até ao momento não foi necessário administrá-lo e corre o risco de dentro de três anos estar fora da validade.
Apesar da vacina ser uma das medidas de protecção e dos anti-virais, como o oseltamivir, ajudarem a evitar que a doença se propague, os medicamentos servem apenas para ajudar a "combater o vírus" e não para "controlar a epidemia", alertou Geert.
"Se houver um surto de 'gripe das aves' na Indonésia ou na China, e mesmo que se medique 80 por cento da população, o vírus vai propagar-se e a medicação não vai controlar a doença", acrescentou.
Se tivermos em conta que o planeta Terra tem cerca de seis mil milhões de pessoas, e se uma em cada três pessoas fosse infectada com o vírus da "gripe das aves", morreriam dois milhões de pessoas, mesmo que a taxa de mortalidade se registasse em apenas um por cento.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o H5N1 fez, até hoje, 243 mortos.
O Congresso Europeu de Gripe das Aves decorre até quarta-feira em Vilamoura, local onde estão reunidos especialistas de várias áreas - matemática, biologia, geografia, sociologia, química, entre outras - e que se está a debruçar em debater "custos económicos inerentes a uma pandemia", assim como "dados estatísticos" e "panorama nacional e internacional"."
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Lusa, 15-9-2008

sábado, 6 de setembro de 2008
Menos 2038 presos um ano depois da nova lei...
"A população prisional não pára de diminuir. Depois de o CM ter revelado em Agosto que havia menos 1752 presos nas cadeias portuguesas, neste momento a diferença face ao ano passado já é de menos 2038 reclusos."
in Correio da Manhã online, 06-9-2008

in Correio da Manhã online, 06-9-2008

Na opinião do ignorante que faz este blog, qualquer ligação que se faça entre esta notícia do CM e a recente onda de assaltos violentos, é pura especulação...
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Um dia na vida de um português em Agosto de 2008...
8h30 – José Silva acorda e constata que a sua casa foi assaltada durante a noite. Espreguiça-se. Toma banho tentando poupar a água, toma o pequeno-almoço tentando poupar o leite e põe-se a caminho do emprego tentando poupar os sapatos.
9h00 – Empurra o carro até à bomba de gasolina e é assaltado duas vezes: a primeira pela gasolineira, que voltou a aumentar os preços do combustível; a segunda por criminosos armados, que lhe levam o pouco que ainda restava na carteira. Boceja. Conclui que prefere os segundos assaltantes, na medida em que roubam menos e com menor frequência. Nota que, apesar disso, a polícia não faz qualquer esforço para apanhar os primeiros.
10h00 – Já na estrada, é vítima de carjacking. Encolhe os ombros. Prossegue a pé.
10h05 – Um gang tenta assaltá-lo. Explica que ficou sem a carteira num assalto anterior.
10h10 – Outro gang tenta assaltá-lo. Fornece a mesma explicação. Os membros do gang colam-lhe um autocolante na lapela para que futuros meliantes saibam que já foi assaltado nesse dia e evitem perder tempo com ele. Recomendam-lhe que retire o autocolante assim que voltar a transportar valores.
11h30 – Vai ao banco levantar dinheiro.
11h32 – Criminosos armados irrompem no banco. Clientes e funcionários formam calmamente uma fila e tiram senhas para serem assaltados por ordem.
11h35 – O criminalista Moita Flores irrompe no banco e começa a comentar o assalto junto de um grupo de clientes. Tece várias considerações sobre um novo tipo de criminalidade violenta que parece estar a aumentar no nosso país, aponta as limitações da polícia e sublinha as incongruências do novo código de processo penal. Alguns clientes oferecem-se para serem sequestrados, caso os assaltantes lhes garantam que os levam para longe do criminalista Moita Flores.
11h45 – O criminalista Moita Flores interpela os assaltantes e comunica-lhes que o método que escolheram para levar a cabo o assalto não é o melhor, criticando sobretudo a não utilização de luvas e tecendo alguns reparos ao plano de fuga, que considera extremamente frágil.
11h46 – Um dos assaltantes dispara duas vezes sobre a perna do criminalista Moita Flores.
11h47 – Clientes e funcionários do banco homenageiam os assaltantes com um forte aplauso.
17h30 – Depois de várias horas de sequestro, o assalto termina. A polícia detém os criminosos, resgata os reféns e amordaça o criminalista Moita Flores, para que vá receber assistência hospitalar.
18h00 – Por sorte, mal acaba de sair do banco, José Silva encontra o seu carro abandonado na berma da estrada. Entra no veículo e dirige-se para casa.
18h05 – É detido pela polícia por se encontrar a conduzir um carro que foi usado em diversos crimes.
20h00 – É identificado e preso. Na cela, verifica que o relato da sua vida é extraordinariamente demagógico e conclui que toda a sua existência podia ter sido inventada por Paulo Portas. Chora.
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Ricardo Araújo Pereira, revista VISÃO online, Sexta-feira, 5 de Setembro de 2008
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9h00 – Empurra o carro até à bomba de gasolina e é assaltado duas vezes: a primeira pela gasolineira, que voltou a aumentar os preços do combustível; a segunda por criminosos armados, que lhe levam o pouco que ainda restava na carteira. Boceja. Conclui que prefere os segundos assaltantes, na medida em que roubam menos e com menor frequência. Nota que, apesar disso, a polícia não faz qualquer esforço para apanhar os primeiros.
10h00 – Já na estrada, é vítima de carjacking. Encolhe os ombros. Prossegue a pé.
10h05 – Um gang tenta assaltá-lo. Explica que ficou sem a carteira num assalto anterior.
10h10 – Outro gang tenta assaltá-lo. Fornece a mesma explicação. Os membros do gang colam-lhe um autocolante na lapela para que futuros meliantes saibam que já foi assaltado nesse dia e evitem perder tempo com ele. Recomendam-lhe que retire o autocolante assim que voltar a transportar valores.
11h30 – Vai ao banco levantar dinheiro.
11h32 – Criminosos armados irrompem no banco. Clientes e funcionários formam calmamente uma fila e tiram senhas para serem assaltados por ordem.
11h35 – O criminalista Moita Flores irrompe no banco e começa a comentar o assalto junto de um grupo de clientes. Tece várias considerações sobre um novo tipo de criminalidade violenta que parece estar a aumentar no nosso país, aponta as limitações da polícia e sublinha as incongruências do novo código de processo penal. Alguns clientes oferecem-se para serem sequestrados, caso os assaltantes lhes garantam que os levam para longe do criminalista Moita Flores.
11h45 – O criminalista Moita Flores interpela os assaltantes e comunica-lhes que o método que escolheram para levar a cabo o assalto não é o melhor, criticando sobretudo a não utilização de luvas e tecendo alguns reparos ao plano de fuga, que considera extremamente frágil.
11h46 – Um dos assaltantes dispara duas vezes sobre a perna do criminalista Moita Flores.
11h47 – Clientes e funcionários do banco homenageiam os assaltantes com um forte aplauso.
17h30 – Depois de várias horas de sequestro, o assalto termina. A polícia detém os criminosos, resgata os reféns e amordaça o criminalista Moita Flores, para que vá receber assistência hospitalar.
18h00 – Por sorte, mal acaba de sair do banco, José Silva encontra o seu carro abandonado na berma da estrada. Entra no veículo e dirige-se para casa.
18h05 – É detido pela polícia por se encontrar a conduzir um carro que foi usado em diversos crimes.
20h00 – É identificado e preso. Na cela, verifica que o relato da sua vida é extraordinariamente demagógico e conclui que toda a sua existência podia ter sido inventada por Paulo Portas. Chora.
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Ricardo Araújo Pereira, revista VISÃO online, Sexta-feira, 5 de Setembro de 2008
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sábado, 30 de agosto de 2008
Dois aviões estiveram a um minuto de colidir sobre o Atlântico...

"Dois aviões de passageiros, um norte-americano e um russo, estiveram a um minuto de colidir em pleno ar por cima do Atlântico, anunciaram hoje as autoridades federais dos Estados Unidos.
O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes referiu estar a investigar um incidente entre um voo da Delta Air Lines e um avião de passageiros russo que estiveram em rota de colisão quinta-feira a norte do Porto Rico.
Foi o piloto do jacto russo, um Transaero Boeing 747 - que efectuou uma manobra para evitar a colisão, descendo 60 metros.
Os aviões estavam à mesma altitude - 10 mil metros por cima do oceano e "a 60 segundos de ocuparem o mesmo espaço aéreo", referiu o porta-voz daquele conselho, Peter Knudson.
Knudson disse que a agência que representa não dispõe ainda de informação suficiente para saber com toda a certeza de que teria havido colisão caso não tivesse sido efectuada a manobra evasiva ou se os aviões teriam escapado tangencialmente.
O piloto da Delta Airlines disse mais tarde aos controladores aéreos que o acidente esteve "extremamente próximo". "
Diário Digital, 30-8-2008
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Escultura "Treze a rir uns dos outros" serve de casa a dois amigos...
"Dois jovens estão a viver, há cinco dias, debaixo de uma das esculturas localizadas no jardim da Cordoaria, no Porto. Os rapazes, de Lisboa, que vinham na esperança de encontrar emprego, não têm onde dormir por falta de dinheiro.
As esculturas "Treze a rir uns dos outros", que se encontram no jardim da Cordoaria, no Porto, trabalho do artista espanhol Juan Muñoz, servem de casa provisória a dois jovens que não são uns sem-abrigo comuns. Os rapazes, que procuram emprego, vieram de Lisboa e, agora, sem dinheiro para casa ou pensão, vivem ao relento."
in Jornal de Notícias online, 25-8-2008
(«Treze a Rir Uns dos Outros» escultura de Juan Muñoz, no Jardim da Cordoaria - Porto)
As esculturas "Treze a rir uns dos outros", que se encontram no jardim da Cordoaria, no Porto, trabalho do artista espanhol Juan Muñoz, servem de casa provisória a dois jovens que não são uns sem-abrigo comuns. Os rapazes, que procuram emprego, vieram de Lisboa e, agora, sem dinheiro para casa ou pensão, vivem ao relento."
in Jornal de Notícias online, 25-8-2008
(«Treze a Rir Uns dos Outros» escultura de Juan Muñoz, no Jardim da Cordoaria - Porto)
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quarta-feira, 30 de julho de 2008
Há cada vez menos rostos sorridentes nas capas dos jornais portugueses...

"Um estudo do Laboratório de Expressão Facial da Emoção da Universidade Fernando Pessoa, Porto, conclui que os rostos exibidos nas fotos dos diários portugueses tendem a ser cada vez mais sisudos.
«A face neutra e o sorriso fechado são os tipos de expressão facial mais exibidos nos jornais diários portugueses», afirma hoje um comunicado do laboratório, apoiado na análise de 19.342 fotografias, publicadas no primeiro semestre deste ano.
Outra conclusão é a que de as mulheres sorriem mais que os homens, independentemente da idade."
in semanário SOL online, 30-7-2008
segunda-feira, 9 de junho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
terça-feira, 3 de junho de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
quinta-feira, 13 de março de 2008
Terrorismo é uma coisa, estupidez é outra...

Os serviços secretos de Espanha andam a brincar connosco. Há uns séculos, os espanhóis levaram uns bofetões de uma profissional da indústria da panificação, e não deve passar um dia em que não pensem na vingança. Na semana passada comunicaram-nos que a Al Qaeda ameaça praticar actos terroristas em Portugal. E nós, parvos, acreditámos. Até onde chega a credulidade dos portugueses... Primeiro acreditámos no Sócrates, e agora nos espanhóis. Há que aprender a lição.
Como é evidente, só um terrorista muito estúpido é que vem exercer a profissão para cá. Com a vigilância que existe, hoje em dia, nos aeroportos, os terroristas só podem entrar no País de carro. E vir andar de carro para as nossas estradas é das decisões mais obtusas que uma pessoa pode tomar. É verdade que eles são suicidas, mas não exageremos. Vai uma grande diferença entre ser suicida e ser burro.
Por outro lado, os terroristas que tiverem a infeliz ideia de entrar no País terão de construir a bomba cá. Não se faz uma viagem Paquistão - Portugal com um engenho explosivo debaixo do braço. Há que ir a uma loja comprar peças. E é aqui que as chatices começam. «Esta peça, só mandando vir do estrangeiro, chefe. Daqui a duas semanas mete-se o Carnaval, por isso agora só em Março.»
Se o explosivo levar combustível, pior ainda. Eles que vejam o preço a que está a nossa gasolina, a ver se continua a apetecer-lhes rebentar coisas. É muito fácil apanhar terroristas em Portugal. São os tipos de turbante que estão nas bombas da GALP a chorar. Os que lá andam a chorar sem turbante somos nós.
E depois temos as contingências inerentes a uma actividade tão perigosa como é o fabrico de um engenho explosivo. O terrorista corre inúmeros riscos, o maior dos quais é ir parar a um hospital português. Basicamente, o sistema de saúde português oferece-lhe três hipóteses: pode morrer no caminho, pode morrer na sala de espera e pode morrer já dentro do hospital. É certo que o esperam 71 virgens no Paraíso, mas aposto que, para morrer num hospital português, o terrorista fica em lista de espera até as virgens serem septuagenárias, altura em que a virgindade perde muito do seu encanto.
Quando, finalmente, os terroristas conseguem reunir condições para construir a bomba, o prédio que tinham planeado mandar pelos ares já explodiu há dois meses, ou por mau funcionamento da canalização do gás, ou porque o esquentador de quatro ou cinco condóminos está instalado na casa de banho. Portugal pode ser um bom destino turístico, mas para fazer terrorismo não tem condições nenhumas.
(autor desconhecido)
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
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