Destas mãos que falam, saem gritos d'alma, gemidos de dor, às vezes, letras com amor, pedaços da vida, por vezes sofrida, d'um quase iletrado escritor. Saem inquietações, também provocações, com sabor, a laranjas ou limões. Destas mãos que falam, saem letras perdidas, revoltas não contidas, contra opressões, das nossas vidas! (Alberto João)

quarta-feira, 15 de maio de 2024

CLEÓPATRA



Cleópatra chegou ao trono aos 17 anos e morreu aos 39.
Falou 16 idiomas.
Cleópatra conhecia a linguagem do antigo Egito e tinha aprendido a ler hieróglifos, um caso único na sua dinastia.
Além disso, conhecia o grego e as línguas dos partos, hebreus, medos, trogloditas, sírios, etíopes e árabes.
Com estes conhecimentos, qualquer livro do mundo estava aberto para ela.
Além de línguas, estudou geografia, história, astronomia, diplomacia internacional, matemática, alquimia, medicina, zoologia, economia e outras disciplinas.
Tentou ter acesso a todo o conhecimento da sua época.
Cleópatra passava muito tempo num antigo laboratório.
Escreveu algumas obras relacionadas com ervas e cosméticos.
Infelizmente, todos os seus livros foram destruídos no incêndio da grande Biblioteca de Alexandria do ano 391 d. C.
O famoso físico Galeno estudou a sua obra e foi capaz de transcrever algumas das receitas idealizadas por Cleópatra.
Um desses remédios, que Galeno também recomendou aos seus pacientes, era um creme especial que poderia ajudar os homens carecas a recuperar os seus cabelos.
Os livros de Cleópatra também incluíam truques de beleza, mas nenhum deles chegou aos nossos dias.
A rainha do Egito também estava interessada em cura através das ervas, e graças aos seus conhecimentos de línguas tinha acesso a inúmeros papiros que se encontram perdidos hoje.
A sua influência nas ciências e medicina era bem conhecida nos primeiros séculos do cristianismo.
(Na foto podemos ver Elizabeth Taylor (1932–2011) no filme 'Cleópatra')

 

Sem comentários:

Contador, desde 2008:

Localizador, desde 2010:

Acerca de mim

A minha foto
"Horta do Zorate" é o blogue pessoal de Alberto João (Catujaleno), cidadão do mundo em autoconstrução desde 1958.