Destas mãos que falam, saem gritos d'alma, gemidos de dor, às vezes, letras com amor, pedaços da vida, por vezes sofrida, d'um quase iletrado escritor. Saem inquietações, também provocações, com sabor, a laranjas ou limões. Destas mãos que falam, saem letras perdidas, revoltas não contidas, contra opressões, das nossas vidas! (Alberto João)

segunda-feira, 13 de maio de 2024

Evolução histórica das bandeiras de Portugal



 

A bandeira de Portugal constitui a bandeira nacional da República Portuguesa.
Também é referida como bandeira portuguesa, oficialmente quase sempre como bandeira nacional e popularmente como bandeira das Quinas.
Adoptada de facto: 1 de dezembro de 1910 (113 anos) e de jure: 19 de junho de 1911 (112 anos)
Criada por Columbano Bordalo Pinheiro.
Descrição :
Bipartida verticalmente em duas cores, o verde do lado da tralha e vermelho do lado do batente. No centro da linha divisória entre as cores, tem o escudo das armas de Portugal orlado de branco, assente sobre uma esfera armilar amarela e avivada de preto.
Ainda que não se enquadrassem exatamente no moderno conceito de "bandeira nacional", ao longo da sua história, Portugal teve no entanto diversas bandeiras que serviram para representar o Reino, mas com um uso muito limitado.
As principais das quais eram as bandeiras que exibiam o brasão de armas de Portugal (popularmente referido como "quinas"), que a partir do século XIV passam a ser frequentemente referidas como "bandeiras das quinas".

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"Horta do Zorate" é o blogue pessoal de Alberto João (Catujaleno), cidadão do mundo em autoconstrução desde 1958.