Era um profissional que exercia a atividade de ronda e de vigilância de uma determinada área urbana durante o período noturno, auxiliando as forças de segurança e os serviços de proteção civil.
As origens mais remotas do Guarda-Nocturno no mundo apontam para os Fenícios e os Cartagineses.
Em Portugal, D. João I, na sua Carta Régia de 1383/1385, instituiu o reconhecimento dos "vigias noturnos" a par dos "carpinteiros do machado" (de que derivaram os bombeiros, como os conhecemos hoje).



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