Destas mãos que falam, saem gritos d'alma, gemidos de dor, às vezes, letras com amor, pedaços da vida, por vezes sofrida, d'um quase iletrado escritor. Saem inquietações, também provocações, com sabor, a laranjas ou limões. Destas mãos que falam, saem letras perdidas, revoltas não contidas, contra opressões, das nossas vidas! (Alberto João)

domingo, 19 de maio de 2024

Guarda-Nocturno nos anos 40



Era um profissional que exercia a atividade de ronda e de vigilância de uma determinada área urbana durante o período noturno, auxiliando as forças de segurança e os serviços de proteção civil.
As origens mais remotas do Guarda-Nocturno no mundo apontam para os Fenícios e os Cartagineses.
Contudo, é na Roma Imperial de Augusto que a figura do Homem que Guarda a Noite e que se celebrizou como o "triumviri nocturni" marcou a História como a primeira forma de policiamento na Antiguidade Clássica.
Em Portugal, D. João I, na sua Carta Régia de 1383/1385, instituiu o reconhecimento dos "vigias noturnos" a par dos "carpinteiros do machado" (de que derivaram os bombeiros, como os conhecemos hoje).






 

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"Horta do Zorate" é o blogue pessoal de Alberto João (Catujaleno), cidadão do mundo em autoconstrução desde 1958.