Destas mãos que falam, saem gritos d'alma, gemidos de dor, às vezes, letras com amor, pedaços da vida, por vezes sofrida, d'um quase iletrado escritor. Saem inquietações, também provocações, com sabor, a laranjas ou limões. Destas mãos que falam, saem letras perdidas, revoltas não contidas, contra opressões, das nossas vidas! (Alberto João)

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Faz hoje 33 anos que o meu Herói partiu...



Ás vezes, muitas vezes, ainda me sinto assim nas mãos DELE...





23 de Outubro de 1975. Tal como hoje, uma Quinta-Feira. Cerca das 17 horas a voz da telefonista soa nos altifalantes da Fábrica com o seguinte pedido: "Atenção Alberto, é favor atender o telefone"...era hábito ouvir aquela mensagem, já que a Fábrica era razoavelmente grande, e eu, apesar de ter apenas 17 anos, tinha já algumas responsabilidades com o exterior, mas...daquela vez, a voz da Ana Maria estava diferente...

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"Horta do Zorate" é o blogue pessoal de Alberto João (Catujaleno), cidadão do mundo em autoconstrução desde 1958.