Destas mãos que falam, saem gritos d'alma, gemidos de dor, às vezes, letras com amor, pedaços da vida, por vezes sofrida, d'um quase iletrado escritor. Saem inquietações, também provocações, com sabor, a laranjas ou limões. Destas mãos que falam, saem letras perdidas, revoltas não contidas, contra opressões, das nossas vidas! (Alberto João)

quarta-feira, 21 de agosto de 2024

A TESOURA



 

A tesoura é uma ferramenta essencial no nosso dia a dia e tem uma história que remonta há milhares de anos.
As primeiras tesouras conhecidas foram desenvolvidas no antigo Egito há mais de 3.000 anos.
Estas versões primitivas consistiam em duas folhas de metal ligadas por uma mola que permitia cortar ao apertar as folhas juntas.
No entanto, o design de tesouras modernas, com folhas cruzadas e um eixo central, foi aperfeiçoado no século XVIII pelo ferreiro inglês Robert Hinchliffe.
Em 1761, Hinchliffe foi o primeiro a fabricar tesouras utilizando aço fundido, o que permitiu produzir folhas mais afiadas e duráveis.
O design de Hinchliffe, com folhas cruzadas unidas por um pivô central, tornou-se o modelo padrão para a tesoura moderna.
Este avanço permitiu que as tesouras fossem mais precisas, ergonómicas e acessíveis para uma ampla gama de usos, desde o corte de papel e tecido até às tarefas na cozinha e jardinagem.
Hoje, embora tenham surgido várias variantes especializadas, o princípio básico inventado por Hinchliffe continua a ser a base da tesoura que usamos diariamente em todo o mundo.

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"Horta do Zorate" é o blogue pessoal de Alberto João (Catujaleno), cidadão do mundo em autoconstrução desde 1958.