Destas mãos que falam, saem gritos d'alma, gemidos de dor, às vezes, letras com amor, pedaços da vida, por vezes sofrida, d'um iletrado escritor. Saem inquietações, também provocações, com sabor, a laranjas ou limões. Destas mãos que falam, saem letras perdidas, revoltas não contidas, contra opressões, das nossas vidas! (AJoão)

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Solstício de Inverno 2018 em Portugal



Hoje, sexta-feira, 21 de dezembro de 2018, pelas 22h23m, ocorre o Solstício de Inverno.
O Solstício de inverno é um fenómeno astronómico que acontece todos os anos ao dia 21 ou 22 de dezembro, e que marca o início do inverno no hemisfério norte e do verão no hemisfério sul.
Este dia é o dia mais curto do ano e consequentemente a noite mais longa do ano. A partir deste dia a duração do dia começa a crescer. Na antiguidade, este dia simbolizava a vitória d
a luz sobre a escuridão.
Os solstícios ocorrem duas vezes ao ano. No dia 20 ou 21 de junho acontece o Solstício de Verão, e no dia 21 ou 22 de dezembro ocorre o Solstício de Inverno.
O Solstício de Inverno marca o princípio do inverno em Portugal e corresponde à data em que o Sol se encontra mais a sul.
A palavra solstício vem do latim "sol" e sistere "que não se move". O Solstício de Inverno ocorre quando o Sol atinge a maior distância angular em relação ao plano que passa pela linha do equador.
Faço votos para que este Solstício traga a Todos Vós momentos Felizes!
Bom dia!


sábado, 8 de dezembro de 2018

8 de dezembro - Dia da Imaculada Conceição - Padroeira de Portugal





A Imaculada Conceição ou Nossa Senhora da Conceição é, segundo o dogma católico, a concepção da Virgem Maria sem mancha (em latim, macula) do pecado original.
O dogma diz que, desde o primeiro instante de sua existência, a Virgem Maria foi preservada por Deus da falta de graça santificante que aflige a humanidade, porque ela estava cheia de graça divina.
A Igreja Católica também professa que a Virgem Maria viveu uma vida completamente livre de pecado.
A festa da Imaculada Conceição, comemorada em 8 de dezembro, foi inscrita no calendário litúrgico pelo Papa Sisto V, em 28 de fevereiro de 1477.
Actualmente, a solenidade da Imaculada Conceição de Maria (8 de Dezembro) é festa de guarda em toda a Igreja Católica, exceto em certas dioceses ou países onde, com a prévia aprovação da Santa Sé, a sua celebração foi suprimida ou transferida para um domingo.
Festa de guarda significa que todos os fiéis católicos devem obrigatoriamente participar na missa, como se fosse um domingo.
A Imaculada Conceição da Virgem Maria foi solenemente definida como dogma pelo Papa Pio IX em sua bula Ineffabilis Deus em 8 de dezembro de 1854.
A Igreja Católica considera que o dogma é apoiado pela Bíblia (por exemplo, Maria sendo cumprimentada pelo Anjo Gabriel como "cheia de graça"), bem como pelos escritos dos Padres da Igreja, como Irineu de Lyon e Ambrósio de Milão.
Uma vez que Jesus tornou-se encarnado no ventre da Virgem Maria, era necessário que ela estivesse completamente livre de pecado para poder gerar seu Filho.

Fonte: Wikipédia



Este dia invoca a vida e a virtude de Virgem Maria, mãe de Jesus, concebida sem marca do pecado original.
É uma data de grande significado para a Igreja Católica.
Neste dia realiza-se uma festa religiosa que celebra um dogma católico definido como festa universal em 1476 pelo Papa Sisto IV.
Pela sua importância, a data é feriado nacional.
Em 25 de março de 1646, o rei D. João IV organizou uma cerimónia solene, em Vila Viçosa, para agradecer a Nossa Senhora a Restauração da Independência de Portugal em relação a Espanha.
Foi até à igreja de Nossa Senhora da Conceição, declarando-a padroeira e rainha de Portugal.
Desde este dia, mais nenhum rei português usou coroa na cabeça, privilégio que estaria disponível apenas para a Imaculada Conceição.
Nove meses depois celebra-se o nascimento de Nossa Senhora em 8 de setembro.

Fonte: Calendário - Portugal



sábado, 1 de dezembro de 2018

1 de dezembro de 1640 - Restauração da Independência de Portugal


Com vídeo embaixo





Hoje, 1 de dezembro de 2018, relembro a ação de nobres portugueses, que a 1 de dezembro de 1640, invadiram o Paço Real e aclamaram D. João, duque de Bragança, como rei de Portugal.
A Restauração da Independência foi o culminar de um período de grande descontentamento por parte da população portuguesa que não estava satisfeita com a união ibérica, entre Portugal e Espanha.
A união ibérica originou problemas à população portuguesa, com sobrecarga de impostos e envolvimento de Portugal nos conflitos de Espanha.
Com a morte do jovem D. Sebastião na batalha de Alcácer-Quibir, Portugal enfrentou um problema de sucessão.
Após o insucesso do Cardeal D. Henrique no comando da monarquia, Portugal foi regido por três reis D. Filipes de Espanha, durante 60 anos, período que ficou conhecido por Domínio Filipino.
O dia da Restauração da Independência, 1 de dezembro, é feriado nacional.
A partir de 2013, como parte de um pacote de medidas que visavam aumentar a produtividade, o governo português de Passos Coelho e Paulo Portas tinha decidido eliminar o feriado de 1 de dezembro.
No entanto, a comemoração da Restauração da Independência Portuguesa foi retomada como um feriado em 2016, com o governo liderado por António Costa, executivo conhecido por "geringonça".
Viva Portugal!











sábado, 3 de novembro de 2018

GRAÇA FONSECA ABRE GUERRA À TAUROMAQUIA





A nova ministra da Cultura, Graça Fonseca, que há dias defendi aqui neste meu espaço (a propósito da sua legítima e assumida homossexualidade), veio agora abrir uma guerra desnecessária com os amantes da tauromaquia, onde eu me incluo.
A meu ver, Graça Fonseca esteve mal.
A um ministro da Cultura não se pede que governe segundo os seus gostos e as suas convições pessoais, mas sim tendo em conta o programa do Governo que abrange todas sensi
bilidades culturais do país.
Vamos ver qual o desfecho deste erro político.
Mais uma dor de cabeça para o meu amigo Toni.


quinta-feira, 1 de novembro de 2018

PESEIRO, UM TREINADOR SEM PESO





José Peseiro treinou 15 clubes (Sporting e Braga, duas vezes) e uma selecção:
- União de Santarém.
- União de Montemor.

- Oriental.
- Nacional.
- Real Madrid (adjunto).
- Sporting (parte I).
- Al Hilal.
- Panathinaikos.
- Rapid Bucureşti.
- Arábia Saudita (seleção).
- Braga.
- Al-Wahda.
- Al-Ahly.
- FC Porto.
- Braga (parte II).
- Al Sharjah.
- Vitória Guimarães.
- Sporting (parte II).
 
Peseiro é, de facto, um homem muito viajado, versátil e bastante experimentado, mas é também um treinador que ganhou pouco, objectivamente poucochinho (como diria o meu amigo António Costa):
- Campeão Nacional da 3ª Divisão, pelo União de Santarém.
- Campeão da Segunda Divisão, pelo Nacional da Madeira.
- Uma liga egípcia pelo Al-Ahly, clube que nos últimos 30 anos conquistou 19.
- Taça da Liga pelo SC Braga.

Alberto João (Catujaleno/Zorate)

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

PT EMPURRA BOLSONARO PARA O PLANALTO





Obviamente que foi o Partido dos Trabalhadores (PT), com o envolvimento de grande parte dos seus altos dirigentes em actos de corrupção, que empurrou Bolsonaro para o Palácio de Planalto.
É sobre a incapacidade de combater a corrupção e a incapacidade de garantir a segurança dos cidadãos, que as Esquerdas, em particular a "minha" Esquerda Democrática, devem refletir.
EUA, Brasil, Hungria, Itália, Polónia, entre outros países, são realidades que importa estudar e, consequentemente, alterar comportamentos que levaram a este novo paradigma das democracias, que empurraram "Trumps" e "Bolsonaros" para o poder.
Que Deus abençoe o Brasil e os brasileiros!

Alberto João (Catujaleno/Zorate)


sexta-feira, 19 de outubro de 2018

O líder homossexual que o PCP apagou da sua história




«Júlio Fogaça era um jovem fidalgo rico e herdeiro de 178 hectares de boas terras no Oeste, quando, no início dos anos 30, aderiu ao Partido Comunista Português, pela mão do seu fundador histórico, Bento Gonçalves. Preso juntamente com o líder e mestre, foi parar com os costados ao campo de concentração do Tarrafal, onde Gonçalves havia de morrer, não sem antes lhe ter passado o testemunho da liderança dos comunistas portugueses, pedindo-lhe que reorganizasse o partido e o expurgasse das infiltrações operadas pela PIDE. Fogaça revelou-se, então, um líder duro e competente, tendo mesmo descoberto e recrutado alguns novos talentos, entre os quais um tal Álvaro Cunhal. Os dois homens, porém, logo viriam a desenvolver uma implacável rivalidade, na luta pelo poder interno. Mas Júlio Fogaça revelaria um handicap negativo que o perderia junto dos comunistas: o da sua homossexualidade, um pecado interdito no quadro do conservadorismo moral do partido, pelo menos, à época. A pretexto da sua captura, pela polícia política de Salazar, juntamente com o namorado, na Nazaré, a 28 de agosto de 1960, é expulso do PCP, pela suposta "grave violação das regras de segurança conspirativa e de clandestinidade", abrindo espaço à longa liderança de Cunhal. (Na verdade, se, de cada vez que um militante se deixasse prender, fosse alvo de expulsão por tais motivos, o PCP rapidamente teria desaparecido...). Seja como for, a vida de Júlio Fogaça deu um livro, agora lançado pelo jornalista e historiador Adelino Cunha. E esta trama de poder, clandestinidade, resistência e sexo é, esta semana, o tema de capa da VISÃO, magistralmente desenvolvido pela pena do J. Plácido Júnior. Em complemento, este vosso amigo procura explicar, numa página, com exemplos concretos, as razões históricas de um certo conservadorismo moral dos comunistas portugueses.»

Revista VISÃO, 18 de outubro de 2018

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"Horta do Zorate" é um blogue pessoal, editado por Alberto João (Catujaleno), cidadão do mundo, fazedor desencostado, em auto-construção há 60 anos.