
Saldanha Sanches, um dos homens mais livres que conheci, foi cremado esta tarde, no cemitério dos Olivais, em Lisboa.

Canteiros de opiniões, agitações, indignações, interrogações, provocações, inquietações e divulgações, com sabor a laranjas, tangerinas e limões.
1 comentário:
Paz à sua alma!
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