Maria Schneider ficou conhecida sobretudo pelo seu papel em "Último Tango em Paris", ao lado de Marlon Brando, e que causou polémica à época por aparecer em nu integral e devido às cenas de sexo. Atriz francesa tinha 58 anos. (Veja vídeos no final do texto)
- Maria Schneider, em 2004, na Avenida das Estrelas, no Festival de Cinema de Las Palmas, Canárias, Espanha -
A atriz francesa Maria Schneider, protagonista, ao lado de Marlon Brando, de "Último Tango em Paris", morreu hoje em Paris aos 58 anos, revelou a France Press citando fonte da família. A atriz morreu hoje de manhã, vítima de doença prolongada, referiu a mesma fonte.
Maria Schneider nasceu a 27 de março de 1952 em Paris e estreou-se no cinema em "Femmes" (1969).
Aos 19 anos, foi escolhida por Bernardo Bertolucci para protagonista em "Último Tango em Paris" (1972), no qual contracena com Marlon Brando e que causou polémica à época por aparecer em nu integral e devido às cenas de sexo.
O filme marcaria o seu percurso no cinema, mas Maria Schneider chegou a renegá-lo e a criticar Bernardo Bertolucci e Marlon Brando.
Marcada pelas drogas e tentativa de suicídio
Em 1975, Maria Schneider fez "Profissão: Repórter", de Micheangelo Antonioni, com Jack Nicholson, mas a década ficou marcada por tempos conturbados com consumo de drogas e uma tentativa de suicídio.
"A mais velha profissão do mundo" (1979), "Merry-go-round" (1981), de Jacques Rivette, "Les Nuits fauves" (1992) e "Jane Eyre" (1996) foram outros filmes em que Maria Schneider participou.
«Ministério Público ainda não conseguiu notificar o antigo futebolista do Benfica, que tem outros processos, de dívidas fiscais, em curso.
Miguel foi acusado pelo Ministério Público de posse de arma proibida, no âmbito de um processo que envolve outros seis arguidos também acusados de sequestro e roubo qualificado.
Segundo a acusação da Unidade Especial contra o Crime Especialmente Violento do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, a que a agência Lusa teve acesso, Luís Miguel Monteiro é acusado de um crime de detenção de arma proibida, cuja moldura penal vai até cinco anos de prisão.
A acusação refere que o MP por várias vezes tentou notificar o actual jogador do clube espanhol Valência da sua condição de arguido, mas tal não foi possível, indicando ainda que à porta da sua casa, em Portugal, estão vários editais relacionados com outros processos de dívidas fiscais.
Contudo, e apesar de formalmente não ter sido notificado da sua condição de arguido, o procurador responsável pelo caso considerou que foram feitas todas as diligências necessárias para que o futebolista fosse encontrado, tendo deduzido acusação.
Segundo o MP, os arguidos estão indiciados como autores de distúrbios com disparos de armas de fogo na madrugada de 26 de Dezembro de 2009, à porta de uma discoteca na Cruz de Pau, no Seixal. Três deles estão presos preventivamente e um tem a obrigação de permanência na residência.»