
"Um magistrado que desempenhou um cargo de nomeação política perdeu a sua virgindade intelectual, lançando, para sempre, dúvidas sobre a sua equidistância. Se Lopes da Mota não tivesse sido secretário de Estado do Governo Guterres, estas suposições teriam um timbre tão chocante?"
Carlos Abreu Amorim, "Correio da Manhã", 08-04-2009, reproduzido pelo Público online.
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